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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Poe...



Mais Poesia

e também 

Poe e cia




Homenagem à Edgar Allan Poe, falecido em 07/outubro/1849

Fonte da foto: wikipédia



quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Igreja Matriz de N.S. do Rosário e museu - Pirenópolis (GO)

IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO


Sua construção iniciou-se em 1728, na época da mineração de ouro. Tem base em pedra e paredes de taipa. É considerado o templo mais antigo de Goiás e está localizado no centro da cidade.
Em 1830 ruiu e foi reconstruída.
Entre 1996 e 1999 foi restaurada, mas um incêndio, até hoje inexplicado, a destruiu em 2002.
Foi feito uma espécie de abrigo de metal, com lonas transparentes, a fim de que se pudesse observar as ruínas e o processo de reconstrução, que durou quatro anos. Em março de 2006, foi novamente reinaugurada.

 A igreja atual, após a reconstrução.



Esse altar ficava na Capela de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, demolida em 1940. Ficou guardada durante anos e, após a restauração, passou a fazer parte da Matriz.






MUSEU

Localizado em um pequeno espaço no interior da igreja, possui painéis - com textos e fotos -, além de objetos litúrgicos.

Os painéis contam a história da igreja, e das reformas a que foi submetida.





O incêndio de 05 de setembro de 2002 destruiu a igreja.




Consequências do incêndio.



Sinais de pintura antiga na parede. A escada leva ao segundo andar do museu.



 Maquete da igreja, mostrando seu interior.






Sino destruído pelo incêndio de 2002.



ENDEREÇO: Largo da Matriz, s/nº, centro histórico

HORÁRIO DE VISITAÇÃO: 4ª a domingo, de 8:00 às 18:00

HORÁRIOS DE MISSAS: 4ª e 5ª, às 19:30; domingos, às 7:00, 9:00, 18:30 e 20:00

ESTACIONAMENTO: gratuito, nas laterais do templo. Também é possível estacionar nas ruas próximas.

ENTRADA: R$ 2,00

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Museu de Arte Sacra - Pirenópolis (GO)


          O Museu de Arte Sacra ocupa as instalações da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, construída entre 1750 e 1754 pelo minerador Luciano Nunes Teixeira, que contou com a ajuda de seu genro Antônio Rodrigues Frota. Originalmente foi usada como capela particular.
          De grande simplicidade guarda uma decoração barroca rococó nos altares do interior com rica talha e significativa estatuária.
           Restaurada em 2008, abriga hoje o Museu de Arte Sacra.









 
Caixa com os santos óleos, feita de madeira e estanho (século 19). Era usado em viagens.



Porta água benta - século 20





 Vista de Pirenópolis a partir do museu.

No chão da sacristia, há o túmulo de três homens: Luciano Nunes Teixeira, Antonio Rodrigues Frota e Francisco Inácio da Luz.


Não era incomum o sepultamento de pessoas no interior das igrejas. A lápide acima indica que ali está o corpo de Antonio Rodrigues Frota, um lisboeta que foi Juiz da cidade e um dos construtores da presente igreja. Seu óbito ocorreu em 22 de dezembro de 1774, como está claro na placa.



ENDEREÇO: Rua do Carmo, s/nº, centro histórico

HORÁRIO DE VISITAÇÃO: quarta a sábado, das 14:00 ás 18:00; domingo, das 10:00 às 17:00.

ESTACIONAMENTO: não possui. Estacione nas ruas próximas.

ENTRADA: R$ 2,00

sábado, 22 de agosto de 2015

No tempo antigo II



Local: Roma antiga

Uma família de cristãos se esconde do imperador Nero e das perseguições que jogavam seus pares nas arenas, a tentar acabar com o diferente, divertir a plateia e matar a fome dos felinos.

“Mãe, será que no futuro as pessoas vão perseguir as outras por serem diferentes?

            “Não, meu filho. Com certeza as pessoas aprenderão a se respeitar”.



quarta-feira, 22 de julho de 2015

No tempo antigo I



O garoto acompanhou a turba com interesse até um pequeno monte nos limites da cidade. Ali, prenderam os três homens em cruzes. Após a saída da multidão, de volta para suas casas e afazeres, viu quando outras pessoas chegaram e tiraram a pessoa que estava na cruz do meio. Chegou próximo a eles, sem ser visto.
Estava impactado pelo show de horrores a que foi submetido. Achava errado matar as pessoas e esperava que não passasse mais por aquilo.
Já era noitinha e supôs que sua família estivesse a sua procura. Voltou então para casa, imaginando que alguém, em algum momento, deveria escrever aquela história.





quarta-feira, 8 de julho de 2015

Mãos



Estava transtornado e pensava em morrer. Por isso, saiu pela ruas da metrópole, intentando resolver como e onde se daria a morte. Passava pelas pessoas como zumbi, andando a esmo pelas calçadas.
Em frente a uma praça, foi abordado por uma jovem cigana.
-- Moço, posso ler sua sorte? Sou cigana legítima, meus avós vieram da Romênia há setenta anos, fugindo dos nazistas.
Encarou a moça. Nunca acreditara em premonições e coisas do esoterismo, mas não lhe faltava curiosidade para o novo.
-- Está bem, pode ler.
A moça então pegou sua mão direita e virou a palma para si. Percorreu com os dedos as linhas. Encarou surpresa os olhos do homem e lhe apertou a mão.
-- Eu também estou sozinha.
E continuou apertando a mão do homem, como se não quisesse deixá-lo ir. O olhar da jovem, de um passivo triste, mudou para o anseio.
O homem percebeu quando o olhar da mulher substituiu o da cigana. E certamente ela também percebeu quando os olhos opacos dele vislumbraram o futuro.




segunda-feira, 1 de junho de 2015

Poesia Estradeira





Faça essa experiência

Quando estiver às margens de uma estrada deserta,
Pare no acostamento

Sinta o vento
O balançar das árvores ou plantações
A sensação de fim do mundo

E me diga
se não consegue escutar
o coração

da terra.





Fotografia: estrada para a comunidade quilombola Engenho II, em Cavalcante (GO), na região da Chapada dos Veadeiros. Autoria de Glauber.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Publicação - Revista dos Curiosos


                      A Revista dos Curiosos foi a primeira revista em que um texto meu foi publicado.
              Pesquisando desde 1999 nomes curiosos de cidades brasileiras, um pequeno texto sobre Canudos, na Bahia, foi publicado na revista em maio de 2003. Esse mês, portanto, completam-se doze anos dessa inédita experiência.
                   Infelizmente, a revista não resistiu ao advento da internet, e poucos meses depois passou a existir apenas em meio eletrônico. Posteriormente, até mesmo a págnia na internet deixou de existir.





terça-feira, 17 de março de 2015

Rodovia




Chuva forte
Buracos na pista
Os filhos brincam no banco de trás
No dial, “Música do mundo, da sua Rádio Cultura FM!”


Ultrapassagem arriscada



Silêncio




sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Assaré



O Brasil tem o Ceará
O Ceará tem Assaré
Assaré tem a Serra de Santana
E a Serra de Santana tem Patativa


E Patativa tem o sertanejo
A lavadeira
O roceiro
O humilde


Reformulando:
é Patativa
quem tem o Brasil


sábado, 31 de janeiro de 2015

Motel



Marcus escuta barulho na sala de espera e sai do escritório. Um homem jovem, sozinho e aparentemente nervoso, olha para os lados.
— Bom dia.
— O senhor é o advogado Marcus Antonio de Sá Monteiro? — perguntou o rapaz, sem cumprimentá-lo.
— Sim, o seu nome é...
— Gostaria de tirar algumas dúvidas — interrompeu-o o visitante.
Os dois entram no escritório. Uma ampla mesa de granito os separa.
— O que deseja, seu...
— Afonso.
— Sim.
— Qual a pena média para um homicídio?
— Pena média? Bom, isso varia muito. Depende dos antecedentes da pessoa que matou, se confessou para a polícia, as características do crime...
— Qual o mínimo e o máximo, então?
— Varia de seis a trinta anos.
— Trinta?
— Sim, mas isso em casos de muitos agravantes. — pegou então um Código Penal na gaveta e apontou rapidamente o parágrafo segundo do artigo 121. Afonso leu o texto com sofreguidão: motivo fútil... morte com emprego de veneno... fogo... explosivo... tortura... asfixia... sem chance de defesa para a vítima...
— Motivo fútil... se o motivo for sério, não é contado como agravante?
— Se realmente for sério, não.
— Uma traição?
Marcus silenciou-se por alguns momentos, olhando fixamente para o homem a frente, que também o encarava, segurando as mãos de forma nervosa.
— O senhor matou alguém?
— Inclui traição?
—Sim, pode incluir traição.
— ...
— O senhor matou alg...
— Então – Afonso interrompeu, novamente -  se um homem de bons antecedentes  mata o amante da esposa logo após descobrir que foi traído, mas sem o uso daqueles agravantes, e ainda se entrega e confessa o crime a polícia, a pena pode se aproximar desses seis anos?
— Sim, nesses casos não costuma ultrapassar os 12 anos. Mas quase ninguém cumpre a pena toda no Brasil.
— E como é isso?
— A lei fala que se o preso cumprir dois quintos da pena e tiver bom comportamento, pode ser liberado mais cedo. Nesse caso, seriam uns cinco anos. A pessoa iria para o regime semi-aberto e logo depois poderia começar a trabalhar fora e apenas dormir na prisão. Em sete ou oito anos poderia estar em casa.
— Sete ou oito anos.
Afonso calou-se, como a fazer cálculos mentais. Ao fim, levantou-se, tirou uma arma da cintura e alvejou uma única vez o advogado, no peito. Enquanto Marcus agonizava, jogou sobre o peito ensanguentado do homem uma fotografia datada de dez anos antes: ainda em cores vivas, mostrava a vítima com a esposa de Afonso. Depois, jogou outras fotos mais recentes a sua volta, incluindo a daquela manhã, tirada pelo próprio assassino em um motel barato na saída da cidade...
— Sete ou oito anos... Ainda não pagam esses dez anos de traição. Vale a pena. — concluiu, encarando o ainda moribundo advogado, enquanto pegava seu celular e ligava para a polícia.

20/04/09


















domingo, 18 de janeiro de 2015

Museu dos Dinossauros de Peirópolis - Uberaba (MG)


          Não me lembro mais a forma como tomei conhecimento desse museu.  O que sei é que me apaixonei pelo pequeno distrito que o abriga - Peirópolis - desde o momento em que o visitei pela primeira vez, nos idos de 2002.
          Passei alguns anos sem visitar o local, mas hoje em dia, quando vou a minha Varginha de carro, quase sempre dou um jeitinho de passar por lá.
          O museu evoluiu bastante de 2002 para cá. Está mais organizado e, em outro prédio do distrito, há uma outra edificação que passou a ser usada pelos paleontólogos. A região de Peirópolis ainda abriga vários pontos de escavações de fósseis, que são levados ao local para estudo.



Estátua de um brontossauro, a primeira a ser inserida no local


Posterioremente, outras estátuas foram inseridas no lugar


Painel em uma parede representando um dinossauro. Os fósseis dos ossos são reais e pertencem a vários animais.


Uberabasuchus terrificus: o nome significa "terrível crocodilo de Uberaba". Atingia 2,5 metros e 300kg, e era capaz de se deslocar por grandes distâncias em terra firme.









Laboratório no interior do museu, onde são feitas pesquisas com os fósseis encontrados em Peirópolis.





ENDEREÇO: Antiga estação ferroviária do distrito de Peirópolis, a 21 km de Uberaba. O acesso é pela rodovia BR-262, que liga Uberaba a Belo Horizonte, próximo ao km 784;         

TELEFONE: (34) 3338-1502 ou 3359-0105

HORÁRIO DE VISITAÇÃO: Segunda a Sexta das 8h às 17h; sábado, domingo e feriados das 8h às 18h

ENTRADA: R$ 3,00 (em janeiro de 2015)

ESTACIONAMENTO: gratuito (nas ruas do distrito)


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Torre de Belém





Quando criança, coisas importadas eram coisa chique

E os biscoitos portugueses
Feitos na Travessa das Mônicas
Em Lisboa  
Eram sempre esperados com alegria

Vinham de parentes distantes
dentro de uma lata de metal
Na tampa, a torre de Belém

Trinta anos depois
Os parentes já não existem
E cá estou em Portugal,
Em Lisboa, à beira do Tejo
Lá está ela
A famosa torre de defesa da armada portuguesa
Relíquia de 500 anos

Relembro minha infância com saudade
Coração bate mais forte
Os olhos lacrimejam



Nunca imaginei que uma lata de biscoitos me emocionaria tanto




Foto: Glauber

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A Isla Negra de Neruda





Os estrondos do Pacífico se ouvem da casa
E Isla Negra
Parece receber as sombras
De 11 de dezembro de 1973


Não se preocupe, poeta
Permanecerás para sempre abraçado com Matilde
Os gritos agora, vem apenas das ondas

E só assustam os pássaros





Foto: Praia de Isla Negra, região de Valparaízo (Chile), onde se situa o memorial de Pablo Neruda. Lá está enterrado, junto com sua esposa Matilde. Foto de Glauber


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Publicação: Usina da Cultura

     O Poesia Estradeira, publicado há pouco tempo nesse blog, está agora na revista Usina da Cultura.
     Descobri a revista em uma viagem que fiz com minha esposa Mônica, há poucas semanas, na região de Canela e Gramado. A publicação muito me agradou, pois, além de ser gratuita, tem um formato prático, e aborda assuntos os mais diversos, possuindo seções de poesia, fotografia, turismo, informática, entre outros temas.
     Seguem abaixo as capas da edição de outubro e minha poesia. Quem quiser ler a versão eletrônica da revista, pode acessar sua página: www.usinadacultura.com






sábado, 11 de outubro de 2014

domingo, 28 de setembro de 2014

Vila de São Jorge









O coração já bate diferente quando começa a estrada de terra


São Jorge adoraria essa casa criada por guerreiros
que o adotaram como exemplo maior


Chão de terra
Paredes e mentes coloridas


Vila de São Jorge

Me deixa

tão


são 





Singela homenagem à Vila de São Jorge, porta de entrada do Parque da Chapada dos Veadeiros (Goiás)

sábado, 13 de setembro de 2014

Rua Campestre



Estava com o tanque na reserva quando entrou na rua Campestre naquela madrugada; afora algumas pessoas que se despediam de uma idosa, tudo era silêncio. Estacionou no final, onde as casas rareavam e tinha início uma estrada de terra. Olhou no retrovisor, e seu olhar pareceu cruzar com a da provável moradora da casa; logo depois, ela fechou o portão e entrou em casa.
As horas passadas circulando a esmo pela cidade não foram suficientes para aclarar-lhe as ideias. Credores o perseguindo, esposa indo embora; tudo era como um gatilho para ativar a depressão adormecida. Como de costume, se alimentava dos remédios receitados pelo psiquiatra, mas dessa vez, sem obter o efeito pretendido.
Acende a luz interna do carro e verifica o revólver 38 no banco do carona. Adquirira a arma anos antes, a título de defesa pessoal. Treinava eventualmente e ainda possuía munição nova. Abriu o tambor da arma e jogou os projéteis na palma da mão. Observou o brilho dourado, semelhante a ouro, que poderia lhe devolver o bem mais precioso nesse momento: a tranquilidade.
Após recolocar uma das balas no revólver, alguém bate na sua janela.
Abre um pouco o vidro.
“Que é?
“Da um troco aí, mano”.
“Não tenho nada. Tchau.”
“Pô, mano, nesse carrão aí não tem nada, arranja um negócio aí.”
“Já disse que não tenho nada”.
O interlocutor era um dos doidinhos da cidade, alcoólatra inveterado que vivia nas ruas a troco de migalhas e de trabalhos passageiros. Recém havia se viciado no crack e se tornara mais imprevisível e violento desde então.
“Pô, véio, não vai dar nada não, não vai não??”
E tentou abrir o vidro do carro, sem sucesso. Com as próprias mãos golpeava continuamente o veículo.
“Sai daqui, seu merda, me deixa em paz”.
Antonio da Graça, era esse seu nome, ignorou o motorista e continuou a golpear o veículo, a procura de algo que ele nem sabia se encontraria.


..........



Dona Isaura, a idosa avistada pelo motorista, verifica o relógio. São duas horas da manhã. Junto de seus vizinhos – soube depois - acordou assustada e repentinamente. Ao som de dois disparos.



sábado, 23 de agosto de 2014

Catedral - Brasília (DF)


      




          A Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, mais conhecida simplesmente como Catedral, é um dos monumentos mais famosos de Brasília e da arquitetura de Niemeyer. Sua construção iniciou-se em 1956, e a estrutura de concreto estava pronta em 1960, porém, o prédio só foi concluído em  maio de 1970. Em minha modesta opinião, é o prédio mais bonito da cidade.
           Seus 16 pilares de concreto são unidos por uma base circular de 60 metros de diâmetro. No topo, uma cruz metálica com 12 metros de altura.
          A entrada do templo é feita através de um pequeno corredor escuro, que simboliza a escuridão que a humanidade está envolta antes de chegar a luz divina... Dentre suas obras de arte mais famosas, estão os vitrais de Marianne Peretti e os anjos suspensos de Alfredo Ceschiatti. Na entrada do templo estão outras quatro esculturas de Ceschiatti (com a colaboração de Dante Croce), os evangelistas, além dos sinos presenteados pela Espanha.


A Catedral na década de 60. A fotografia foi retirada do www.catedral.org.br, e tem autoria de Gui Peres.







A Catedral com o campanário.



 As três estátuas dos evangelistas Mateus, Marcos e Lucas ficam à frente da cúpula branca, localizada acima da capela do batistério, por sua vez situada no subsolo da Catedral.

As estátuas dos evangelistas possuem 3 metros de altura, e foram esculpidas em bronze por Alfredo Ceschiatti e Dante Croce. Esta é a estátua de João, que fica de frente para as outras três.


          Não há uma explicação oficial sobre o porquê de a estátua de João estar isolada das demais. Teologicamente falando, há uma possibilidade: os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas guardam muitas semelhanças entre si, motivo pelo qual situam-se simbolicamente do mesmo "lado". O Evangelho de João  guarda muitas particularidades, motivo pelo qual a estátua pode ter sido colocada no lado oposto.




A escura entrada do templo.



Pinturas de Athos Bulcão


Os três anjos suspensos de Ceschiatti. O maior deles tem 4,25 metros e trezentos quilos.



A cruz da primeira missa, rezada em 1957.


Quadros de Di Cavalcanti, representando a Via-Sacra


Reprodução do Santo Sudário, localizada na capela no subsolo da Catedral.





A réplica da Pietá repousa ao lado de uma estátua de Dom Bosco.



ENDEREÇO: Eixo Monumental, próximo a Esplanada dos Ministérios

TELEFONE: (61) 3224-4073

HORÁRIO DE VISITAÇÃO: todos os dias, de 8 às 17 horas. Durante os horários de missas, naturalmente, não são permitidas visitas ao interior da igreja.

HORÁRIOS DE MISSAS: terça a sexta, às 12:15 e 18:15; sábados, às 17:00 e domingos, às 08:30, 10:30 e 18:00.

ESTACIONAMENTO: gratuito

ENTRADA: gratuita

MAIS INFORMAÇÕES: www.catedral.org.br