Paracatu é uma cidade histórica de Minas situada às margens da BR 040, que liga Brasília a Belo Horizonte.
Seguem abaixo algumas de suas atrações na área urbana.
Arquivo público
O Arquivo Público de Paracatu foi criado em 1994 e ocupa esse bem conservado casarão, onde estão reunidas e catalogadas documentações diversas referentes a cidade, inclusive de séculos passados, como por exemplo da Câmara Municipal (entre 1800 e 1929), da Guardamoria (entre 1738 e 1800) , de Irmandades (de 1739 a 1934) e do Tribunal Eclesiástico (de 1723 a 1800).
O Arquivo Público atende o público geral e está situado na Rua Temístocles Rocha, 249 , centro
Telefone: (38) 36715236
Casarões
Existem muitos casarões bem preservados na cidade. Muitos são usados como residências, outros como lojas de artesanato, restaurantes ou comércio comum.
Construída por escravos a mando do padre Antônio Mendes Santiago, no século XVIII, levou mais de 50 anos para ficar pronta. Exemplo de arquitetura religiosa do período setecentista, destacam-se em seu interior o belíssimo altar-mor e o conjunto de sete retábulos, todos feitos em cedro. Contam por aí que a igreja foi edificada sobre um rico veio de ouro.
Casa de Cultura
Ocupa um grande casarão, que na ocasião de minha visita, era ocupado em pontos diversos por jovens músicos que ensaiavam. Também abriga exposições e fotografias de pessoas ilustres da cidade, como o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa.
Exemplar arquitetônico típico do período imperial, foi construída pela família Botelho na metade do século 19. Já foi sede da Escola Normal de Paracatu e de outros grupos escolares.
Em 1988 tornou-se sede da Casa de Cultura e, em 1993, foi renomeada para Fundação Municipal Casa da Cultura Maria Conceição Adjuto Botelho - Dondona.
A data no escudo, 1798, destaca a oficialização da elevação de Paracatu de Arraial à Vila de Paracatu do Príncipe, por Dona Maria, a Rainha da corte portuguesa. Para completar, através de uma carranca, a bica d´água de uma antiga mina da cidade faz borrifar na terra a benção, assim como nos tempos dos tropeiros.
Fica ao lado do Passo da Paixão, uma capela singela da via sacra. A capela possui pinturas no teto em homenagem aos grandes pintores da era colonial (como Mestre Ataíde). A pintura da parede é da artista Maria do Céu e as esculturas dos tocheiros em cedro são de Hugo Martins, artistas naturais de Paracatu.

















































