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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Catetinho - Gama (DF)



O Catetinho foi concebido para abrigar o presidente JK durante a construção da nova capital. Seu projeto foi rascunhado por Oscar Niemeyer em um guardanapo, e a construção, toda em madeira, demorou apenas dez dias. O local escolhido foi uma antiga fazenda, onde também foi construída uma pista de pouso. O nome Catetinho foi uma sugestão do compositor Dilermando Reis, em alusão ao Palácio do Catete, sede do governo federal na época. A construção - erguida em 1956 - era formada por alguns quartos, um exclusivo para o presidente e sua esposa, e os demais para autoridades ou visitantes, além de um gabinete, onde JK despachava e se reunia com os engenheiros responsáveis pela construção de Brasília. Juscelino era fã de serestas e da bossa nova, e recebeu visitas de vários artistas no Catetinho, dentre eles Vinicius de Moraes e Tom Jobim, que criaram, após visitar uma mina d' água nas proximidades da construção, o clássico "Água de beber" (do refrão, "água de beber, camará").

O museu preserva vários móveis originais, e onde não foi possível contar com tais objetos, procurou retratar o ambiente da década de 50 através de aquisições em antiquários. Os quartos usados por JK e autoridades mantém seus móveis originais; um dos quartos usados originalmente para receber hóspedes tornou-se uma espécie de memorial dos artistas que ali visitaram, com fotos e revistas da época. Atrás do Catetinho, ergue-se um prédio menor, também em madeira, originalmente usado como lavanderia, área de serviço e cozinha. Parte das instalações mantem-se fiel ao original, em outras áreas se veem várias fotos antigas do local.


Ao redor do Catetinho ergue-se um belo bosque, ainda com a mina que inspirou a criação da já citada "Água de beber", além de uma caixa d' água usada na época.



Quarto de JK

Gabinete de JK


Vinicius de Moraes e Tom Jobim no Catetinho


Um dos quartos de hóspede, hoje um memorial para os visitantes artistas. O violão era do seresteiro Dilermando Reis.


A mina que inspirou "Água de beber"



Cozinha



ENDEREÇO: BR 040, Km 0 - Gama (parte sul do DF)


TELEFONE: (61) 3338-8807 / (61) 3338-8803


HORÁRIO DE VISITAÇÃO: terça a domingo, de 9 às 17 horas


ESTACIONAMENTO: gratuito


ENTRADA: gratuita

quinta-feira, 24 de março de 2011

Santuário de Schoenstatt - DF


O Santuário de Schoenstatt de Brasília foi inaugurado no ano 2000, e faz parte de uma rede de santuários que se originou na Alemanha em 1914. No Brasil, além do Distrito Federal, estão presentes em mais sete Estados. É um lugar agradável, possui uma capela rodeada de jardins e uma visão privilegiada de Brasília, já que está situada em uma região de morros. Há missas diárias e uma loja de artigos religiosos.


El Santuário de Schoentstatt de Brasília fue inaugurado en el año 2000, y haz parte de una red de santuários que se originó en Alemania en 1914. En Brasil, allá de Distrito Federal, están presentes en otros siete Estados (Províncias). Es un lugar agradable, possé una capilla cercada de jardines y una visión privilegiada de Brasília, ya que está ubicada en una región de morros. Hay misas diárias y una tienda de artigos religiosos.

Mais informações (Más informaciones): http://santuariodeschoenstattbrasilia.com/





Capela (Capilla)






A capela, com os jardins à volta (La capilla, con jardines)







Interior da capela (interior de la capilla)


Visão de Brasília: à esquerda, a Ponte JK.




Ao fundo, a Esplanada dos Ministérios.





HORÁRIO DE VISITAÇÃO: 8 às 18 horas


ENDEREÇO: Rodovia 001, Km 04 (ao lado da Torre Digital). Saindo de Brasília pelo lado norte, vire a direita no Posto Colorado.


TELEFONE: 3302-2103 e 3302-18 74


ENTRADA: gratuita


ESTACIONAMENTO: gratuito



sexta-feira, 9 de julho de 2010

Museu Vivo da Memória Candanga - Núcleo Bandeirante (DF)

O museu atual...





E como era na década de 1960, ainda como hospital.





Quem sai de Brasília em direção a Valparaíso de Goiás já deve ter reparado: a beira da rodovia, pouco depois do Parkshopping e um pouco antes do Núcleo Bandeirante, descortina-se sobre um morro um conjunto de casinhas coloridas de madeira.
As tais casinhas margeiam a estrada desde 1957, quando ali foi construído o primeiro hospital de Brasília, erguido para atender os candangos que construíam a capital.O prédio amarelo, o maior, era o hospital propriamente dito. As demais construções serviam como residência de médicos e demais funcionários. Interessante notar que as casas que possuíam duas portas, na verdade, abrigavam duas residências, utilizadas por funcionários casados. As casas que possuíam apenas uma porta eram usadas pelos solteiros.
Após a inauguração de Brasília, o lugar foi rebaixado a posto de saúde, e, na década de 70, abandonado. No entanto, alguns funcionários permaneceram morando algum tempo no local.
Ocorre que a tradicional sanha imobiliária de Brasília passou a abrir os olhos para aquela área. A cultura e a preservação da história venceram através do esforço de antigos funcionários e dos moradores da região, que se mobilizaram para preservá-lo; os ex-moradores foram remanejados para outros pontos do Distrito Federal e o antigo HJKO transformou-se no Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC). É hoje o maior complexo de construções da época da construção mantidas de pé.
O Museu do Catetinho, sem dúvida, é mais famoso, por ter servido de residência para o então presidente JK. No entanto, trata-se de apenas uma edificação, ao contrário do complexo do MVMC, com pouco mais de uma dezena de edificações.
No antigo prédio do hospital, encontra-se hoje uma biblioteca, uma maquete atualizada de Brasília e a exposição permanente “Poeira, Lona e Concreto”, com ambientes simulados da época da construção, como um quarto de hotel e salão de barbeiro, além de várias fotografias.

Um salão de barbeiro recriado...













A maquete de Brasília, constantemente atualizada. Na imagem a direita, o interior do museu: recriação de uma sala de hotel, máquina fotográfica, fotografia da Missão Cruls e projeto original da cidade.



Já em algumas das antigas residências funcionam hoje oficinas culturais, como a de cerâmica.
E em um galpão, cedido para o Veteran Car Club, estão abrigados carros antigos e bem preservados.
Qualquer pessoa interessada em conhecer melhor a história da construção de Brasília, apreciará muito a visita a este museu, cuja entrada é gratuita. Dica do Glauber!





Antigos veículos presentes no MVMC.


Mais fotos do museu:







ENDEREÇO: VIA EPIA SUL (SAÍDA SUL DE BRASÍLIA)

HORÁRIO DE VISITAÇÃO: DE TERÇA A DOMINGO, ENTRE 09 E 17 HORAS

TELEFAX: (61) 3301-3590

ENTRADA: gratuita

ESTACIONAMENTO: gratuito